Já parou para pensar no impacto que o elenco certo pode causar em um filme? Em O Agente Secreto, Dona Sebastiana encantou o público com sua autenticidade. Já em Cidade de Deus, é impossível esquecer a marra de Zé Pequeno. O diretor Kleber Mendonça Filho afirma que são os personagens que trazem luz e vida ao roteiro.
Neste ano, o Oscar incluiu uma nova categoria na premiação: Melhor Direção de Elenco --e, inclusive, o longa brasileiro O Agente Secreto foi indicado. Diante desse contexto, Felipe Fernandes e Mari Parma propõem uma reflexão sobre filmes que mereciam ter sido premiados antes da criação da categoria.
É o caso de Cidade de Deus, cuja direção optou por treinar atores sem experiência prévia, mas que viviam a realidade da comunidade, para alcançar uma interpretação orgânica e sem estereótipos. Confira mais detalhes no vídeo: